O legado de Henry Ford (I).

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02 de setembro de 2019, segunda.

Henry Ford foi um pioneiro do “capitalismo do bem-estar social” concebido para melhorar a situação dos seus trabalhadores e especialmente para reduzir a grande rotação de empregados de muitos departamentos, que contratavam 300 homens por ano para preencher 100 vagas. Eficiência significava contratar e manter os melhores trabalhadores. Em 5 de janeiro de 1914, Ford anunciou seu programa “cinco dólares por dia”. O programa revolucionário e sistemático incluía uma redução da duração do dia de trabalho de 9 para 8 horas, 5 dias de trabalho por semana, e um aumento no salário-mínimo diário de US$ 2,34 para US$ 5 para trabalhadores qualificados.[24] Outra inovação para o período foi a repartição com seus empregados de uma parte do controle acionário.

A história acima, real, me fez perguntar sobre o que chamam de inovação atual: modernidades que escravizam. O que eu chamaria de escrevidão high-tech. Cada vez mais a necessidade de superar produção tendo como consequência a exploração da mão de obra. Grandes corporações buscam instalar suas fábricas em países mais pobres, para melhor aproveitar isenção de impostos e mão de obra barata, “escrava”.

nestes tempos de usura de muitos, lembremo-nos de Henry Ford, um capitalista/humanista.

Em nossa próxima postagem colocaremos na pauta, uma história singular de Henry Ford, e que a ver com o Brasil, a saúde do Brasil. Até a próxima postagem.

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