Dá pra tirar vantagem nas tragédias? (02.03.2020)

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Ligo o rádio na madrugada e ouço um arauto do agronegócio gritando sobre o coronavírus. Diz o arauto, que cai por terra a idéia de que o alimento não industrializado é mais sadio, e diz isso se referindo à venda de animais silvestres na China. Há bem pouco tempo, a tecnologia usada nos alimentos não impediu o uso de substâncias até letais, nem impediu que “empresários” usassem até papelão misturados às carnes.

Na guerra do momento é inegável o esforço de cientistas no mundo inteiro, na busca por vacina e medicamentos. O Brasil, mais uma vez, dá exemplo de avanço no sequenciamento genético do vírus encontrado em uma segunda pessoa. O anterior foi sequenciado em dois dias, o atual, em um dia apenas.

Outro lado da história, mostra o brasileiro rindo de fratura exposta, fazendo piada de um grave problema, por outro, teorias da conspiração tentando provar que esta epidemia é algo criado para gerar respostas puramente comerciais em mercados globais.

Há excessos de lado a lado. Enquanto isso, nós assistimos uma tentativa de autoridades de evitar uma tragédia em nossa costa com o derramamento de quase trezentas toneladas de minério e quatro mil litros de óleo. Os impactos seriam devastadores.

Dona de navio encalhado no litoral do MA é a mesma de embarcação que afundou com minério da Vale no Atlântico em 2017.

Torcemos para que tudo siga protocolos de forma positiva. A nossa cidade é portuária, sendo assim, está sujeita a este tipo de problemas, por isso devemos aprender com o episódio e nos prepararmos na busca de procolos cada vez mais seguros no futuro.

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